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domingo, 1 de maio de 2011

Impossível possível


Eu sempre fui daquelas que não desiste tão fácil das coisas. Não quis dizer que eu nunca tenha me cansado de ''lutar'' por algo, as vezes cansa mesmo! Mas o que eu quero dizer é que eu não me satisfaço com o pouco. Gosto de várias opiniões, várias opções, várias saídas, mas as vezes é bem difícil seguir com esse pensamento. Eu também sou daquelas que acha que pra mim tudo é impossível. Mas será que é mesmo impossível? Eu estava pensando em como nos limitamos de tudo por ter medo de perder, de não ter as respostas que queremos. Mas é pra isso que serve a palavra tentar! Talvez o segredo da vida seja mesmo, segundo a minha mãe, acreditar, tentar e ser feliz. Quem sabe né! A vida tem tantos segredos, mas isso não quer dizer que sejam impossíveis de serem descobertos! 
Por Natália que nunca diz nunca.

domingo, 17 de abril de 2011

Heart-less


Você já conseguiu desenhar um coração, sem que cada uma das partes saísse trêmula, ou os tamanhos ficassem desproporcionais? Isso aconteceu, e acontece comigo sempre. A parte direita sai extremamente perfeita, mas a esquerda... torna-se um tremendo desastre. Por mais que eu apague, e refaça o desenho, ele não sai como eu quero. Posso até pegar um molde para que, de uma vez por todas, ele fique magnífico, mas aí, o desenho não terá graça porque não consegui dominá-lo com minha própria coordenação motora. Parei para pensar um dia desses com meus botões: será que existe alguém, assim como eu que não consegue desenhar a parte esquerda do coração, saiba desenhá-la perfeitamente, mas não consegue desenhar a direita? Caro leitor, se você se identificar com que acabo de escrever, favor entrar em contato comigo. Talvez você seja o alguém que tanto procuro. Caso contrário, continuarei tentando desenhar a parte esquerda do coração, até que um dia eu consiga desenhar as duas partes, e provar à humanidade que, tanto posso desenhar meu coração sozinha, como posso também decidir quem realmente merece ficar dentro dele, e permanecer para sempre. 

sábado, 16 de abril de 2011

Cotidiano


Despertador toca: preciso levantar, mais um dia me espera. Levanto, lavo meu rosto, troco de roupa, tomo café, escovo meus dentes e vou. Ponho meus pés na rua. O sol e o céu azul vêm juntos me dar bom dia! À caminho da escola, encontro pessoas seguindo seu temido cotidiano. De moto, ou de carro, não importa... eu as encontro quase sempre no mesmo horário, e sem conhecê-las, elas passam a ser conhecidas, pelo fato de vê-las todos os dias. Elas não sabem quem eu sou, mas eu sei quem elas são. Elas são pessoas comuns, seguindo a sua rotina semanal. Olho para meus pés. Meu passos estão sempre alinhados, na mesma direção. Às vezes em caminhos diferentes, mas, sempre no mesmo sentido com o mesmo rumo. Um ritmo diferente. Às vezes estão lentos, ou com pressa. Às vezes estão normais. Deparo-me com pessoas desconhecidas, porém, educadas. Elas me dão bom dia sem ao menos me conhecer. Gentileza? É raro encontrar hoje em dia. Dou bom dia à elas também. Continuo caminhando. Em algumas encruzilhadas, paro até que possa continuar outra vez, confiando nos passos que estou dando. Há um local em que passo todos os dias que consigo olhar pra mim mesma para saber como estou. Sim, é apenas um reflexo. O espelho não pode refletir algo que ninguém pode ver, além de minha imagem. Enfim, cumpro todas as metas para esse dia. Ao chegar da noite, descanso, para que no dia seguinte eu possa fazer com que o dia de amanhã seja diferente do dia de hoje. Os dias podem até parecer ser todos iguais, mas, se você quiser, eles podem ser diferentes, com um simples bom dia, ou até mesmo um simples sorriso.


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